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sexta-feira, 31 de julho de 2009

GLOSSARIO DO PLASTICO

Glossário de Plástico

Aditivo
Produto usado em pequenas quantidades para alterar, durante sua produção e uso, as características e propriedadesde materiais tais como plásticos, pinturas, tintas de impressão e lubrificantes, resultando em melhor durabilidade e aparência.
Aditivo
anti-desgaste Aditivo para lubrificantes que previne o desgaste de superfícies metálicas causado por atrito e por altas pressões.
Aditivo para a reproduçãode imagens fotográficas
Aditivo, em geral estabilizante à luz, usado em papéis e filmes fotográficos e que evita que a fotografia perca sua cor.
Agente de polimerização
O endurecimento de todos os sistemas termo-curáveis, tradicionalmente alcançado pelo aquecimento, agora é possível com a utilização de raios de luz, geralmente raios ultravioleta.
Antimicrobiana
Substância que previne o crescimento de micróbios e agrega propriedades médicas a produtos de consumo, como sabões e pastas de dentes.
Antioxidante
Aditivo que previne a degradação de plásticos, lubrificantes e revestimentos de superfícies.
Aterro sanitário
Grande escavação no solo para receber o lixo coletado, onde será tratado para não poluir o ar, o solo e a água.
Biodegradável
Matéria que pode ser decomposta no solo ou na água pelos microorganismos que ali vivem normalmente.
Branqueador ótico
Produto químico que confere brancura aos tecidos, detergentes, papel, fibras e plásticos.
Celulose
Principal componente das células dos vegetais.
Chorume
Líquido de cor preta, malcheiroso e de elevado potencial poluidor, produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo.
Coleta seletiva
Coleta do lixo com a separação dos dejetos segundo a qualidade.
Compostagem
Decomposição do lixo orgânico pelos micróbios.
Corante reativo
Corante para fibra de celulose ou lã que, durante o processo de tingimento, forma uma ligação química com a fibra.
Desativador de metal
Aditivo que inibe a corrosão de alguns metais como latão, cobre, prata e bronze.
Desintegrar
Separar em partes menores.
Dispersão
Suspensão de finas partículas, como os pigmentos, num fluido. Os pigmentos são às vezes vendidos nesta forma, particularmente para tintas comuns, tintas de impressão e aplicações em plásticos.
Elastômero
Plástico com propriedades similares às da borracha.
Endurecedor
Componente em sistemas polímeros termo-curáveis que acelera a ocorrência da cura.
Endurecimento por UV
Endurecimento de revestimentos de adesivos pela ação dos raios de luz ultravioleta.
Energia
Capacidade de uma substância realizar trabalho. Nas indústrias e no transporte a energia é obtida principalmente pelo uso de combustíveis como petróleo, gás natural e carvão.
Estabilizante à luz
Aditivo que impede a degradação pela luz de plásticos e de revestimentos de superfície.
Estabilizante ao calor
Aditivo que previne a degradação de plásticos e de revestimentos de superfícies, quando expostos a calor e oxigênio.
Fardo
Bloco de materiais compactados e amarrados para ocupar menos espaço.
Fonte renovável
Qualquer coisa que pode ser reproduzida.
Fotoiniciador
Aditivo que, quando exposto à luz, catalisa o endurecimento de tintas de impressão, revestimentos e adesivos, e quimicamente fixa imagens utilizadas em materiais eletrônicos e gráficos.
Fotorresistente
Material sensível à luz usado na fabricação de circuitos impressos para garantir que os condutores de cobre sejam aplicados nas chapas com máxima exatidão.
Incineração
Queima realizada a altas temperaturas em fornos especiais.
Inibidor de corrosão
Aditivo para lubrificantes e revestimentos de superfícies que reduz ou inibe a corrosão de metais ferrosos e alumínio.
Lençol freático
Águas subterrâneas.
Lixão
Local onde se descarrega o lixo diretamente sobre o solo, a céu aberto, sem medidas de proteção ao meio ambiente (Veja Aterro sanitário).
Luz ultravioleta
Luz de onda curta e alta energia proveniente do espectro da parte final do violeta.
Materiais para ferramentaria
Sistemas poliméricos especiais para a fabricação de ferramentas e peças para otimizar seu desenho antes da produção em série.
Matéria-prima
Substância usada para fabricar alguma coisa.
Meio ambiente
O conjunto formado pelos elementos ar, água e solo.
Microrganismo
Micróbio ou germe que pode causar doenças ou deteriorar alimentos.
Monômero
Composto de moléculas capazes de se combinarem entre si ou com outras para formar polímeros.
PET
Designação do polímero sintético Polietileno tereftalato.
PEAD
Designação do polímero sintético Polietileno de alta densidade.
PEBD
Designação do polímero sintético Polietileno de baixa densidade.
PELBD
Designação do polímero sintético Polietileno linear de baixa densidade.
Pigmento
Matéria corante insolúvel antes, durante e depois de sua aplicação; destina-se a dar cor a plásticos, tintas em geral, tintas de impressão e fibras sintéticas.
Pigmento clássico
Pigmento orgânico usado principalmente nas indústrias de tintas de impressão, plásticos e tintas.
Pigmento de quinacridona
Pigmento de alto desempenho, especificamente destinado a revestimentos.
Pirólise
Decomposição pelo calor.
Plástico
Material formado pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros que, por sua vez, são formadas por moléculas menores designadas monômeros.
Polietileno
Polímero de etileno, usado para isolante de materiais elétricos, para embalagens etc.
Polímero
Material elaborado a partir de amplas cadeias moleculares de moléculas simples chamadas monômeros, como por exemplo resinas epóxidas e de poliuretano. Os polímeros podem ser naturais ou sintéticos. Os naturais, como algodão, madeira, cabelos, chifre de boi e látex, são comuns em plantas e animais. Os sintéticos, como os plásticos, são obtidos através de reações químicas.
Polipropileno
Polímero de propileno, usado como insumo para sínteses químicas.
Polistireno
Polímero de estireno, usado como isolante térmico e elétrico, em objetos plásticos etc.
Poliuretano
Polímero de uretano, usado como intermediário químico, solvente.
PP
Designação do polímero sintético Polipropileno.
Processo químico
Obtenção ou transformação de algum material com o emprego de substâncias químicas.
PS
Designação do polímero sintético Poliestireno.
PVC
Designação do polímero sintético Policloreto de vinila.
Química epóxida
Química de um grupamento reativo de três átomos (dois de carbono e um de oxigênio) formando um anel.
Reciclagem
Transformação de materiais usados em materiais novos.
Recursos naturais
O conjunto de materiais disponíveis na natureza.
Resíduo
Aquilo que resta de qualquer coisa após o uso.
Resina
Material polimérico natural ou sintético, como as resinas epóxidas e a borracha.
Resina epóxida
Resina sintética baseada na química epóxida e usada como revestimento de superfície, adesivos e para encapsular e embutir componentes elétricos e eletrônicos.
Revestimento
Termo amplo para tintas em geral, tintas de impressão e vernizes. Embora associados à decoração, os revestimentos também protegem as superfícies dos danos e da corrosão.
Revestimento para circuitos impresso
Revestimento polimérico aplicado sobre chapas de circuitos impressos que, ao endurecer, previne o risco de curtos-circuitos.
Solidez a tratamentos úmidos
A resistência da tintura à influência da água em processos úmidos (lavagem) e durante o uso (transpiração).
Termo-curável
Material plástico que pode-se fundir ou moldar sob a ação do calor porém, uma vez endurecido, não mais se altera mediante aumento de temperatura.
Termoplástico
Plástico que derrete quando aquecido, podendo ser moldado novamente.

ISOPOR

Isopor

(Poliestireno Expandido - EPS)

O isopor - poliestireno expandido, é um plástico celular e rígido, que pode apresentar numa variedade de formas e aplicações. Apresenta-se como uma espuma moldada, constituída por um aglomerado de grânulos.

O isopor é uma espuma formada a partir de derivados de petróleo, é o poliestireno expandido. Na sua antiga fabricação entrava o gás CFC, acusado de ser nocivo a camada de ozônio. Porém atualmente usa-se outro gás para expandir o poliestireno.

Nas instalações dos produtores de isopor, a matéria prima é sujeita a um processo de transformação física, não alterando as suas propriedades químicas. Esta transformação processa-se em três etapas :

a) A pré-expansão

A expansão do poliestireno (PS) expansível é efetuada numa primeira fase num pré-expansor através de aquecimento por contato com vapor de água. O agente expansor incha o PS para um volume cerca de 50 vezes maior do original. Daí resulta um granulado de partículas de isopor constituídas por pequenas células fechadas, que é armazenado para estabilização.

b) O armazenamento intermediário

O armazenamento é necessário para permitir a posterior transformação do isopor. Durante esta fase de estabilização, o granulado de isopor arrefece o que cria uma depressão no interior das células. Ao longo deste processo o espaço dentro das células é preenchido pelo ar circundante.

c) A moldagem

O granulado estabilizado é introduzido em moldes e novamente exposto a vapor de água, o que provoca a soldadura do mesmo; assim obtém-se um material expandido, que é rijo e contém uma grande quantidade de ar.

Para fabricar placas para a Construção Civil produzem-se blocos de isopor em grandes moldes paralepipédicos.

Para fabricar moldados em isopor, o granulado é insuflado para dentro de moldes com a conformação das peças pretendidas.

A escolha do tipo de matéria prima e a regulação do processo de fabricação, permitem a obtenção de uma ampla gama de tipos de isopor, com diversas densidades, cujas características se adaptam às aplicações previstas.

Aplicações e Usos

Duas características do Isopor têm fortalecido a sua presença no mercado consumidor, onde vem obtendo crescente participação: a leveza e a capacidade de isolamento térmico, às quais ainda se associa o baixo custo.

Têm sido utilizado na confecção de peças como:
  • Caixas térmicas para acondicionamento de bebidas e alimentos.
  • Porta - mamadeiras.
  • Porta - garrafas de cerveja.
  • Porta - copos.
  • Baldes para gelo.
  • Pranchas esportivas.
  • Pranchas para artesanato.
  • Esferas para vitrinismo.
  • Na Construção e nas Embalagens

As aplicações do isopor na construção civil são extraordinariamente variadas, salientando que o isopor, além de ser um excelente material de isolamento térmico, pode também ser um sistema construtivo.

Vantagens:

Baixa condutibilidade térmica

A estrutura de células fechadas, cheias de ar, dificultam a passagem do calor o que confere ao isopor um grande poder isolante.

Leveza

As densidades do isopor variam entre os 10-30 kg/m3, permitindo uma redução substancial do peso das construções.

Resistência mecânica

Apesar de muito leve, o isopor tem uma resistência mecânica elevada, que permite o seu emprego onde esta característica é necessária.

Baixa absorção de água

O isopor não é higroscópico. Mesmo quando imerso em água o isopor absorve apenas pequenas quantidades de água. Tal propriedade garante que o isopor mantenha as suas características térmicas e mecânicas mesmo sob a ação da umidade.

Fácil de manusear e colocar

O isopor é um material que se trabalha com as ferramentas habitualmente disponíveis, garantindo a sua adaptação perfeita à obra.

O baixo peso do isopor facilita o manuseamento do mesmo em obra. Todas as operações de movimentação e colocação resultam significativamente encurtadas.

Resistente quimicamente

O isopor é compatível com a maioria dos materiais correntemente utilizados na construção de edifícios, tais como cimento, gesso, cal, água, etc.

Versátil

O isopor pode apresentar-se numa variedade de tamanhos e formas, que se ajustam sempre às necessidades específicas da construção.

Resistente ao envelhecimento

Todas as propriedades do isopor mantêm-se inalteradas ao longo da vida do material, que é pelo menos tão longa quanto a vida da construção de que faz parte.

O isopor não apodrece nem embolora, não é solúvel em água nem liberta substâncias para o ambiente. O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de animais ou microrganismos.

Higiênico e totalmente inócuo

O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de microrganismos, não absorve umidade nem liberta qualquer substância, podendo assim estar em contato direto com os produtos alimentares sem lhes alterar as características.

Promotor da venda

A apresentação atrativa de um produto no ponto de venda é determinante para o seu sucesso. O isopor permite criar uma apresentação de alto valor realçando o produto.

Econômico

Tomando em conta os diversos parâmetros como as quebras, mão de obra, manuseamento, baixo peso, transporte, armazenagem, a embalagem em isopor resulta economicamente vantajosa.

Adaptável aos produtos

As características do isopor permitem criar embalagens "à medida" de qualquer produto, tornando o isopor num material versátil que oferece sempre as máximas prestações.

Características

Baixo peso específico: podem ser obtidas densidades ao redor de 9 kg/m³ podendo chegar até mais de 40 kg/m³, normalmente, mais de 97% de seu volume é constituído de ar, as peças moldadas, possuem maior densidade que os blocos.

Alta resistência à compressão: normalmente varia de 7000 kgf/m² até 14000 kgf/m², maior que a resistência de muitos solos.

  • Elasticidade
  • Baixa condutibilidade térmica
  • Estabilidade térmica
  • Nenhuma ascenção capilar
  • Baixa absorção de água e umidade
  • Inodoro
  • Não embolora
  • Adere a outros plásticos
  • Isolamento Acústica

Durabilidade: não é conhecido o limite de idade do isopor, no entanto, as propriedades do isopor impõem a sua correta aplicação para que seja garantido um desempenho adequado ao longo do tempo.

A estrutura celular é danificada pelos solventes sendo este processo acelerado com temperaturas elevadas. Nestes casos terá de se evitar o contato ou exposição a vapores destes materiais.

Água, água do mar, soluções de sais

Materiais de construção correntes (cal, cimento, gesso)

Soluções alcalinas

Soluções ácidas fracas

Ácido clorídrico 35%

Ácido nítrico 50%

Sais, adubos

Betumes, produtos betuminosos diluídos com água

Álcool (+ ou -)

O Impacto no Meio Ambiente

O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.

Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.

Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.

Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.

O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.

A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.

Experiências sobre o Isopor

Reaproveitamento do isopor para fabricar concreto leve

Curitiba vai ser a primeira cidade brasileira a reaproveitar o isopor que hoje é depositado como lixo nos aterros sanitários. Uma usina para fabricar concreto leve com a utilização do isopor coletado. A idéia do projeto é aproveitar o isopor para substituir a pedra britada na fabricação de concreto leve (mistura de cimento, areia, cola e isopor). Os produtos vão ser comercializados para pessoas físicas ou empresas, e a renda será destinada para o Instituto Pró-Cidadania e aplicada em ações sociais.

Além da fabricação de produtos, a usina vai desenvolver um projeto com o Horto Municipal para aproveitar o isopor no processo de compostagem. O isopor moído também pode ser aproveitado na aeração de solo em parques e jardins, já que facilita a retenção de umidade e mantém a temperatura do solo.

Considerado um dos "vilões" do lixo porque ocupa muito espaço nos aterros sanitários o isopor é composto por 98% de ar e apenas 2% de plástico e, portanto, economicamente inviável para a reciclagem (derretimento do produto para reaproveitá-lo como matéria-prima).

Além de aproveitar o isopor para a fabricação de produtos, o projeto lançado em Curitiba também prevê o desenvolvimento de novas tecnologias. Em parceria com o Instituto Pró-Cidadania, uma equipe de alunos e professores do Cefet-PR (Centro Federal de Educação Tecnológica) vai desenvolver uma pesquisa sobre a construção de casas utilizando o concreto leve.

Os estudos vão incluir ensaios técnicos para verificar dados como a resistência do isopor ao fogo, à compressão e à dilatação. O concreto leve pode ter várias vantagens na construção, já que apresenta um custo mais baixo e pode funcionar como isolante térmico e acústico.

A idéia é realizar testes para definir as características do material e avaliar as possibilidades de utilização do produto. Indústrias que utilizam o isopor nas suas embalagens também poderão fazer parcerias com a usina de concreto leve, já que muitas delas não têm uma destinação adequada para o produto.

A própria norma ISO 14.000, que trata da qualidade ambiental, exige que todos os resíduos que saem da empresa têm que ter uma destinação correta. Com o lançamento desse projeto, vamos auxiliar as empresas a alcançar essa meta no descarte do isopor.

No mundo todo, são consumidos anualmente cerca de 2,5 milhões de toneladas de EPS. No Brasil, esse consumo pulou de 9 mil toneladas em 1992 para 36,5 mil no ano passado, um aumento de quase 300%.

Possível substituição do EPS por um composto biodegradável

Um composto biodegradável que poderá substituir o isopor na maioria de suas aplicações foi desenvolvido pela empresa Kehl, instalada em São Carlos, no interior paulista. Obtido a partir do óleo de mamona, o novo produto foi patenteado com o nome de bioespuma.

O composto é produzido à base de biomassa, ou seja, é um recurso renovável. Sua síntese envolve três reações: duas esterificações, a primeira entre o óleo de mamona e o amido, e a segunda com óleo de soja. O produto obtido, um poliol, deve reagir ainda com um isocianato (NCO) para que se chegue a uma espuma poliuretana biodegradável a bioespuma.

Trata-se de um polímero caracterizado principalmente pela ligação química uretana (RNHCOOR), que lhe dá rigidez e flexibilidade. É a ligação uretana a principal responsável pelas propriedades físicas da bioespuma, como textura, densidade, resistência à compressão e resiliência. Essas características assemelham-se muito às do isopor. Trata-se de um intermediário entre a espuma tradicional e o isopor, plenamente capaz de substituí-lo, explica Ricardo Vicino, químico responsável pela descoberta do composto.

Já a bioespuma se decompõe em um tempo consideravelmente menor. Testes feitos na empresa mostraram que entre oito meses e um ano ela desaparece totalmente no meio ambiente. Durante o verão esse tempo pode ser reduzido a até três meses, garante Vicino. Assim, o material pode ser classificado como biodegradável.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br

ISOPOR

O Isopor (ou poliestireno) é um polímero composto por monômeros de estireno, um hidrocarboneto líquido que é fabricado comercialmente a partir do petróleo. Em temperatura ambiente, o isopor é normalmente sólido, mas pode ser derretido para processos de moldagem ou extrusão, e então ressolidificado. O estireno é um monômero aromático, enquanto o isopor é um polímero aromático.

O isopor foi descoberto acidentalmente em 1839 por Eduard Simon, um apotecário em Berlim, a partir de uma resina de âmbar destilada.

Fonte: www.simplago.org.br

VANTAGENS DO PLASTICO

Vantagens do Plástico

Você já imaginou o que seria do mundo sem os plásticos?

Os plásticos não são tóxicos e sim inertes. Justamente por esta qualidade, são amplamente utilizados para embalar alimentos, bebidas e medicamentos. E protegem a saúde, em aplicações como seringas, bolsas para transfusão de sangue e frascos para soro fisiológico. Por sua atoxidade, não contaminam o lençol freático, os rios e os oceanos.

Há casos em que os plásticos são os únicos materiais adequados para um determinado fim, que conseguem dar resposta. Isso porque eles reúnem um número de propriedades dificilmente encontradas em outros materiais: são ótimos isolantes térmico-acústicos, maus condutores de eletricidade, resistentes ao calor, quimicamente inertes, leves, resistentes e flexíveis, além de representarem excelente relação custo/benefício.

A embalagem plástica protege os produtos, garante a segurança alimentar, evita contaminação, transmissão de doenças, proliferação de insetos e roedores. Ao impedir a perda do produto, evita o desperdício de tudo o que a sociedade e o meio ambiente investiram para produzi-lo: energia, recursos naturais, trabalho etc. Apesar de um uso tão amplo, apenas 4% do petróleo extraído são destinados à produção de plásticos.

Outra grande vantagem dos plásticos é sua leveza, proporcionando grande economia no transporte das mercadorias. As embalagens de plástico descartadas reduzem o peso dos resíduos, diminuem o custo de coleta e destinação final e não apresentam riscos de manuseio.

Finalmente, uma das maiores vantagens dos plásticos é que eles são 100% recicláveis. Para se beneficiar amplamente desta vantagem, a sociedade deve estimular a deposição correta das embalagens após o uso e aumentar o alcance da coleta seletiva.

Fonte: www.plastivida.org.br

PROCESSOS DE TRANSFORMACAO

Processos de Transformação

Na preparação de uma mistura moldável de plástico, além das resinas plásticas, podem ser utilizados aditivos tais como: plastificantes, cargas, corantes e pigmentos, estabilizantes, modificadores de impacto e lubrificantes.

Após o processo de produção, os plásticos que são gerados em forma de grãos são enviados para as indústrias transformadoras, que irão transformar a resina em produtos através dos seguintes processos:

Extrusão

Uma extrusora consiste essencialmente de um cilindro em cujo interior gira um parafuso de Arquimedes (rosca sem-fim), que promove o transporte do material plástico. Este é progressivamente aquecido, plastificado e comprimido, sendo forçado através do orifício de uma matriz montada no cabeçote existente na extremidade do cilindro. O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote, geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. O material assim amolecido e conformado é submetido a um resfriamento. Desta forma, o processo de extrusão pode ser utilizado para obtenção de filmes de PEBD, para uso como saco plástico, ou tubos dePVC ou PE.

Sopro

Uma extrusora consiste essencialmente de um cilindro em cujo interior gira um parafuso de Arquimedes (rosca sem-fim), que promove o transporte do material plástico. Este é progressivamente aquecido, plastificado e comprimido, sendo forçado através do orifício de uma matriz montada no cabeçote existente na extremidade do cilindro. O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote, geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. O material assim amolecido e conformado é submetido a um resfriamento. Desta forma, o processo de extrusão pode ser utilizado para obtenção de filmes de PEBD, para uso como saco plástico, ou tubos de PVC ou PE.

Injeção

Uma extrusora consiste essencialmente de um cilindro em cujo interior gira um parafuso de Arquimedes (rosca sem-fim), que promove o transporte do material plástico. Este é progressivamente aquecido, plastificado e comprimido, sendo forçado através do orifício de uma matriz montada no cabeçote existente na extremidade do cilindro. O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote, geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. O material assim amolecido e conformado é submetido a um resfriamento. Desta forma, o processo de extrusão pode ser utilizado para obtenção de filmes de PEBD, para uso como saco plástico, ou tubos de PVC ou PE.

Fonte: www.plastivida.org.br

COMO IDENTIFICAR PLASTICO

Como Identificar Plásticos

Densidade

A dificuldade em reciclar os resíduos plásticos pós-consumo reside, justamente, no fato de que estes se encontram misturados, existindo a necessidade de se separar os diferentes tipos, por alguns serem incompatíveis entre si.

Existe outra forma simples de identificar alguns dos plásticos encontrados no lixo. Essa metodologia é baseada em algumas características físicas e de degradação térmica dos plásticos. Pode, também, ser muito útil quando existirem dúvidas quanto ao tipo de resina. Algumas dessas caracteríticas são mostradas a seguir.

Características
Polietilenos de baixa e alta densidade
baixa densidade (flutua na água); amolecem a baixa temperatura (PEBD = 85ºC; PEAD = 120ºC); queimam como vela liberando cheiro de parafina; superfície lisa e "cerosa";
Polipropileno
baixa densidade (flutuam na água); amolece à baixa temperatura (150ºC); queima como vela liberando cheiro de parafina; filmes quando apertados nas mãos fazem barulho semelhante ao celofane;
Poli (cloreto de vinila)
alta densidade (afunda na água); amolece a baixa temperatura (80ºC); queima com grande dificuldade liberando um cheiro acre; é soldável através de solventes (cetonas);
Poliestireno
alta densidade (afunda na água); quebradiço; amolece a baixas temperaturas (80 a 100ºC) queima relativamente fácil liberando cheiro de "estireno"; é afetado por muitos solventes;
Poli (tereftalato de etileno)
alta densidade (afunda na água); muito resistente; amolece a baixa temperatura (80ºC); utilizado no Brasil em embalagens de refrigerentes gasosos e começando a ser utilizado em embalagens de óleos vegetais, água mineral e etc.

Pode-se verificar, pelo exposto anteriormente, que os plásticos têm algumas características diferentes entre si que podem ser úteis para a sua separação e purificação dos plásticos através da diferença de densidade (alguns plásticos flutuam na água, outros submergem e desta forma podem ser separados). A título de ilustração, o quadro a seguir mostra as densidades de alguns plásticos.

Densidade de plásticos peletizados

Tipos de plástico
Densidade (g/cm3)
Polipropileno 0,900 - 0,910
Polietileno de Baixa Densidade 0,910 - 0,930
Polietileno de Alta Densidade 0,940 - 0,960
Poliestireno 1,040 - 1,080
Poli (cloreto de vinila) 1,220 - 1,300
Poli (tereflalato de etileno) 1,220 - 1,400
Obs.: a densidade da água é 1g/cm3

Materiais x tipos de plásticos

Tipos de plástico
baldes, garrafas de álcool, bombonas PEAD
condutores para fios e cabos elétricos PVC - PEBD - PP
copos de água mineral PP - PS
copos descartáveis (café, água, cerveja etc.) PS
embalagens de massas e biscoitos PP - PEBD
frascos de detergentes e produtos de limpeza PP - PEAD - PEBD - PVC
frascos de xampus e artigos de higiene PEBD - PEAD - PP
gabinetes de aparelhos de som e TV PS
garrafas de água mineral - usualmente PVC
garrafas de água mineral - ocasionalmente PEAD - PP - PET
garrafas de refrigerantes - corpo PET
garrafas de refrigerantes - base PEAD
garrafas de refrigerantes - tampa PP
garrafas de refrigerantes - retentor da tampa EVA
isopor PS
lonas agrícolas PEBD - PVC
potes de margarinas PP
sacos de adubo PEBD
sacos de leite PEBD
sacos de lixo PEBD - PVC
sacos de ráfia PP
tubos de água e esgoto: usualmente PVC
tubos de água e esgoto: ocasionalmente PEAD - PP

Além disso, algumas embalagens e alguns artefatos são tão tradicionais que a sua identificação torna-se relativamente simples. Esta tabela apresenta alguns exemplos típicos:

Fonte: www.plastivida.org.br

COMO IDENTIFICAR Plásticos

Todos os plásticos devem receber o símbolo do material com qual foram fabricados a fim de facilitar sua destinação final. Porém não é raro acontecer casos em que os materiais não apresentam o símbolo, e um fator que colabora para que isto ocorra se deve a algumas industrias não colocarem em seus produtos qual o tipo de resina usada no produto.É muito comum também que os materiais cheguem à recicladora aos pedaços, quando fica praticamente impossível determinar o tipo de resina com que o produto foi fabricado independentemente da experiência do operador ou profissional encarregado pela separação do material.

Uma forma muito comum e prática de identificar o tipo de resina é através da queima do material.

Ao queimar o material pode-se observar a cor e o tipo da chama, o odor e algumas características sutis.

Apresentamos abaixo uma tabela para auxilia-lo neste tipo de teste.

Resina
Teste de Chama
Obs
Odor
Fusão
Densidade 6/cm³
Polietileno de baixa densidade Chama Azul Vértice amarelo Pinga como vela Cheiro de vela 105 0,89 0,93
Polietileno de alta densidade Chama Azul Vértice amarelo Pinga como vela Cheiro de vela 130 0,94 0,98
Polipropileno Chama amarela, crepita ao queimar, fumaça fuliginosa Pinga como vela Cheiro Agressivo 165 0,85 0,92
ABS Chama amarela, crepita ao queimar, fumaça fuliginosa Amolece e pinga Monômero de estireno 230 1,04 1,06
SAN Tal qual PS e ABS, porém fumaça menos fuliginosa Amolece e Pinga Borracha queimada 175 1,04 1,06
Poliacetal Chama azul sem fumaça com centelha Amolece e borbulha Monômero de estireno 130 1,08
Acetato de celulose Chama amarela, centelhas queimando Cuidado ao cheirar Formaldeído 175 1,42 1,43
Acetato de butirato de celulose Chama azul faiscando - Ácido acético 230 1,25 1,35
PET Chama amarela, fumaça mas centelha - Manteiga rançosa 180 1,15 1.25
Acetato de vinila Chama amarela esverdeada - - 255 1,38 1,41
PVC rígido Chama amarela, vértice verde Chama auto extinguível - 127 1,34 1,37
PVC flexível Chama amarela, vértice verde Chama auto extinguível Cheiro de cloro 150 1,19 1,35
Policarbonato Decompõe-se, fumaça fuliginosa com brilho Chama auto extinguível Cheiro de cloro 150 1,19 1,35
Poliuretanos Bastante fumaça - Acre 230 1,20 1,22
PTFE Deforma-se Chama auto extinguível - 205 327 1,21 2,14 2,17
Nylon-6 Chama azul, vértice amarelo, centelhas, difíceis de queimar Formam bolas na ponta - 215 1,12 1,16
Nylon-66 Chama azul, vértice amarelo, centelhas, difíceis de queimar Formam bolas na ponta Pena e cabelo queimado 260 1,12 1,16
Nylon - 6,10 Chama azul, vértice amarelo, centelhas, difíceis de queimar Formam bolas na ponta Pena e cabelo queimado 215 1,09
Nylon - 11 Chama azul, vértice amarelo, centelhas, difíceis de queimar Formam bolas na ponta Pena e cabelo queimado 180 1,04
Poli (metacrilato de metila) Queima lentamente, mantendo a chama, chama amarela em cima, azul em baixo. Amolece e quase não apresenta carbonização Não pinga Cheiro de alho ou resina de dentista 160 1,16 1,20

Fonte: www.plastivida.org.br

SACO PLASTICO

Saco Plástico

O saco de plástico (ou mais conhecido como saco plástico ou popularmente sacolinha no Brasil) é um objecto utilizado no quotidiano para transportar pequenas quantidades de mercadorias. Introduzidos nos anos 70, os sacos de plásticos depressa se tornaram muito populares, especialmente através da sua distribuição gratuita nos supermercados e outras lojas. São também uma das formas mais comuns de acondicionamento do lixo doméstico e, através da sua decoração com os símbolos das marcas, constituem uma forma barata de publicidade para as lojas que os distribuem. Os sacos de plástico podem ser feitos de polietileno de baixa densidade, polietileno linear, polietileno de alta densidade ou de polipropileno, polímeros de plástico não biodegradável, com espessura variável entre 18 e 30 micrometros. Anualmente, circulam em todo o mundo entre 500 biliões a 1 trilião destes objectos.

Problemas ambientais

Grande quantidade de sacos de plástico no lixo como pano de fundo ao retrato de uma criança em Jacarta, Indonésia.Os sacos de plástico não são formas de transporte inócuas para o ambiente por dois motivos essenciais: o elevado número de sacos produzidos por ano (cerca de 150 por pessoa por ano) e a natureza não biodegradável do plástico com que são produzidos. Além disso, a manufactura do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis e acarreta a emissão de gases poluentes.

Calcula-se que cerca de 90% dos sacos de plástico acabam a sua vida em lixeiras, ou como lixo ou como contentores de desperdícios. Este número pode parecer assustador mas na verdade estes objectos ocupam apenas cerca de 0,3% do volume acumulado nas lixeiras. Mesmo assim, dada a sua extrema leveza, se não forem bem acondicionados os sacos de plástico têm a tendência de voar e espalhar-se pelo meio ambiente. Esta situação pode provocar outros tipos de poluição, que por exemplo na China ganhou o nome de poluição branca.

Nos países menos desenvolvidos, onde não existem métodos eficazes de recolha e acondicionamento de lixo, os sacos de plástico são quase totalmente abandonados depois do uso e acabam invariavelmente nos cursos de água. No Bangladesh, por exemplo, a questão atingiu proporções alarmantes que exigiram a tomada de medidas drásticas (ver em baixo) para evitar que os cerca de 10 milhões de sacos de plástico usados por dia tivessem como destino os rios e sistemas de esgotos do país. O rio Buriganga que banha Dacca, a capital, ganhou por diversas vezes barragens artificiais de sacos de plástico e os entupimentos de esgotos foram responsáveis pelas cheias devastadoras registadas em 1988 e 1998.

Quase todos os sacos de plástico não acondicionados em lixeiras acabam, mais cedo ou mais tarde, por chegar aos rios e aos oceanos. Os ambientalistas chamam a atenção há vários anos para este problema e citam o facto de milhares de baleias, golfinhos, tartarugas e aves marinhas morrerem anualmente asfixiadas por sacos de plástico. O caso mais dramático ocorreu em 2002, quando uma baleia anã deu à costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.

Perspectivas sobre o saco de plástico

A República da Irlanda foi a pioneira europeia na tomada de medidas sobre a produção descontrolada de sacos de plástico ao introduzir em 2002 o PlasTax um imposto que cobra 0,15 € ao consumidor por cada saco distribuído. O resultado desta iniciativa foi a angariação de cerca de 23 milhões de euros para serem investidos em projectos ambientais e uma redução no consumo de 90%. O Reino Unido encontra-se de momento a estudar a hipótese de aplicar legislação semelhante. Na Alemanha, os sacos de plásticos são pagos pelo consumidor em todos os supermercados e é habitual o uso de sacos de pano reutilizáveis ou caixas de cartão. Em Portugal e no Brasil, o uso de sacos de plástico é generalizado e na maioria das lojas é distribuído gratuitamente.

Em alguns países africanos, o problema chegou a tais proporções que na África do Sul o saco de plástico foi apelidado de flor nacional por Mohammed Valli Moosa, o Ministro do Turismo e Ambiente. Este país introduziu recentemente uma lei que torna ilegal o uso de sacos com menos de 30 micrometros, uma medida destinada a torná-los mais caros e fomentar o reuso.

Em Bangladesh a associação dos sacos de plástico ao entupimento dos esgotos e às cheias obrigou à tomada de medidas extremas, enquanto o país não organiza um sistema de recolhas de lixo eficiente. A manufactura, compra e posse de sacos de polietileno é expressamente proíbida por lei e implica multas pesadas e até penas de prisão para os reincidentes. Ser apanhado com um saco de plástico na mão neste país custa cerca de 7,5 € (uma soma astronómica tendo em conta o salário mínimo no Bangladesh) pagos na hora e uma ida à esquadra (delegacia) para cadastro. A iniciativa prejudicou gravemente a indústria do plástico no Bangladesh mas possibilitou oportunidades de negócio para as crianças de rua, que passaram a ganhar a vida a vender sacos artesanais de papel. No estado indiano do Himachal Pradesh adoptaram-se medidas semelhantes pelos mesmos motivos e a reincidência na posse destes itens pode valer 1,500 € de multa e pena de prisão até sete anos.

Na Arte

No filme "American Beauty", de Sam Mendes, uma das suas imagens mais emblemáticas, simbolizando talvez a beleza efémera dos instantes (marcada, ainda assim, por um objecto conotado com o consumismo típico da sociedade dos Estados Unidos), é a gravação, por uma das personagens, de um saco de plástico que esvoaça num movimento circular junto a uma parede.

Soluções

Foram desenvolvidos materiais plásticos biodegradáveis que prometem, a um custo um pouco maior, resolver o problema ambiental causado pelos sacos comuns. Consta que um saco plástico comum pode demorar cerca de 100 anos (dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros fatores) para se decompor, enquanto que o novo material levaria cerca de 60 dias.

Em Cajamar, SP, a RES produz plástico biodegradável a partir de polímeros do álcool. O setor de biotecnologia do IPT desenvolveu um plástico derivado, por ação de uma bactéria, do açúcar de cana.

A fábrica da BASF em Ludwigshafen, Alemanha, dobrará a partir de 2006 a produção de seu plástico biodegradável, o Ecoflex.

Fonte: pt.wikipedia.org

( P V C ) POLICLORETO DE VINILINA

Policloreto de Vinilina (PVC)

Fabricação e Características

Um plástico tão nobre, com inúmeros usos e aplicações, só poderia ser originário, na maior parte de sua composição, de um local igualmente nobre, o mar.

O PVC contém 57% de cloro (derivado do cloreto de sódio – sal de cozinha) e 43% de petróleo.

Através da eletrólise (passagem de uma corrente elétrica pela água salgada) obtém-se o cloro e a soda cáustica.

O petróleo ao ser refinado, desde a destilação do óleo cru, passa por várias etapas até chegar ao etileno.

Ao se reagirem, o cloro e o etileno, ambos em fase gasosa, dão origem ao DCE (dicloro-etano), representado quimicamente pela equação :

C2 + H4 (etileno) + CL2 (cloro) = 2H4CL2 (1,2-dicloroetano)

e por um processo em um circuito fechado, o DCE sofre uma transformação e obtem-se o MVC, também em estado gasoso, representado por :

C2H4CL2 (DCE) = 2h2CL (monômero cloreto de vinila) + HCL

Finalmente, através do agrupamento destes monômeros, mais conhecido como processo de Polimerização, formam-se os polímeros, moléculas gigantes de Policloreto de Vinila, o nosso conhecido PVC.

A resina de PVC é um pó muito fino na cor branca e totalmente inerte. Com a adição de plastificantes, estabilizantes, pigmentos, modificadores ou aditivos de uma maneira geral, chega-se ao composto de PVC que, em função do tipo de aplicação a ser utilizado, emprega um ou vários dos componentes citados.

Como características principais podemos citar:

  • Leve, com pêso específico variando de 1,30 a 1,70 g/cm³
  • Versátil, em função dos vários processos em que pode ser utilizado
  • Resistente ao fogo, não propaga as chamas – auto-extinguível
  • Inerte, não possuí cloro livres na sua fabricação final
  • Isolante, térmico, elétrico e acústico
  • Impermeável, resiste bem a diversos gases e líquidos
  • Resistente, possuí uma resistência boa a choques
  • Durável, em função do produto fabricado pode chegar a 50 anos

Reciclável, adequando-se perfeitamente a grande preocupação de nosso planeta, que é a reciclagem de materiais plásticos.

Com todos estes predicados o PVC se adequa a vários usos dentro do enorme mercado de plástico mundial, servindo inclusive como índice de desenvolvimento de um País. O seu uso diversificado aplica-se a vários tipos de indústria: construção civil, saúde, eletroeletrônicos, calçados, brinquedos, automóveis, aviação, alimentação e embalagens.

Processos de transformação

Componentes

Conforme a utilização final do produto de PVC são agregados aditivos e outros componentes para se obter as características necessárias. De acordo com os tipos empregados teremos características diferentes:

Estabilizantes: protegem o PVC contra a degradação do calor e da luz.

Plastificantes: dão ao PVC flexibilidade.

Lubricantes: os internos reduzem a viscosidade do PVC fundido. Os externos impedem a aderência e retardam a solidificação.

Cargas: melhoram as propiedades mecânicas e reduzem o custo.

Pigmentos: dão ao PVC a coloração desejada, a opacidade e a proteção contra os raios Ultra Violetas.

Calandragem

As calandras são máquinas com cilindros superpostos, alternados entre metálicos e borrachas, e podem diferir em função do tipo de uso a que se destinam.

Com a mistura de PVC e outros componentes tais como: aditivos, estabilizantes, pigmentos, etc... , alisando-se e comprimindo-se esta mistura, produz-se uma massa que passa por um conjunto de pares de rolos aquecidos, denominados de Calandra, produzindo-se um filme único na espessura e características desejadas.

No final este filme passa por um cilindro de gravação onde irá receber os detalhes de acabamento de sua superfície.

A Calandra com seus cilindros de aço, com uma superfície endurecida, sofre e recebe pressão da 'massa' plástica amoldando-a e transformando-a em um filme de PVC.

O PVC calandrado possuí diversos tipos de acabamento em função do cilindro de gravação que faz o papel de um 'negativo', obtendo-se no filme de PVC o 'positivo' da gravação do cilindro.

Extrusão

Processo de transformação de termoplásticos que consiste em empurrar o material a ser moldado através de uma matriz de extrusão. Os materiais plásticos são misturados conforme o produto final a ser fabricado e colocados na extrusora que irá empurrá-los até a matriz de extrusão.

A extrusora é uma máquina que, como princípio geral, possuí uma entrada de material chamada de funil de alimentação, vindo em seguida um corpo formado por um cilindro dentro do qual gira um parafuso sem fim, e uma cabeça que serve de suporte para a matriz de extrusão.

Pode se fazer com que o termoplástico, na saída da extrusora passe por cilindros de gravação, onde receberão o acabamento necessário a sua utilização.

Na maioria das vezes, como processo final da transformação, o produto final é cortado ou enrolado.

Injeção

A injeção é um processo de moldagem de materiais plásticos (termoplásticos e termofixos), onde o material é fluidificado por aquecimento e a seguir injetado em um molde de uma ou mais partes. Na injetora existe um conjunto denominado de rosca-pistão, onde o plástico é fluidificado para ser injetado no molde. A cavidade do molde é essencialmente o negativo da peça a ser produzida. A cavidade se enche de plástico sob grande pressão e sofre um resfriamento indo para o estado sólido, quando finalmente a peça é expulsa da cavidade, resultando no produto final.

As pressões aplicadas neste processo podem variar de 5000 a 20.000 psi, e por este motivo o molde é seguro e fechado durante a injeção e resfriamento, com forças medidas em toneladas.

Este processo permite produzir peças com uma grande precisão com tolerâncias de medidas muito pequenas.

Esta precisão é alcançada com a elaboração de moldes específicos e, utilizando-se o plástico adequado ao produto que se deseja produzir. Normalmente estes moldes são fabricados em aço endurecido, com um ciclo de produção alto, ou em alumínio, ou em outros materiais, quando o ciclo de produção não fôr grande.

Por este motivo torna-se um processo caro quando a quantidade de peças não fôr grande, só ficando viável quando se produz uma grande quantidade de peças que compense os custos do molde.

Sopro

A principal utilização deste processo se encontra na fabricação de garrafas e recepientes plásticos, que é o principal mercado do sopro. O polímero fundido proveniente de uma extrusora é expulso de uma fenda onde está o molde do recepiente a ser utilizado.

Neste momento um fluxo de ar prevíamente dimensionado é 'soprado' para dentro do molde herméticamente fechado, fazendo com que o polímero assuma a forma do mesmo.

Uma vez em contato com a parede fria do molde, o plástico se solidifica e se ajusta a todas as paredes do mesmo, então o molde é aberto e a garrafa amoldada é retirada ou expulsa.

Existem diversos tipos de máquinas de sopro com diferenciações entre o tipo de recepiente e o volume de produção.

Formas de apresentação

Filmes de PVC

Calandrados ou Extrusados

Com certeza estes produtos têm uma ampla utilização, ficando quase impossível descriminar todas, pois o filme de PVC, calandrado ou extrusado, permite uma infinidade de aplicações e é fácil entender porque. Tendo como princípio que o PVC pode apresentar diversas formas de gravações, flexibilidade, resistência mecânica, textura, espessura e cores, consegue-se empregá-lo em vários usos. Normalmente apresentam-se em laminas contínuas, em geral na largura padrão de 1,38 a 1,40 mt., podendo-se separá-los conforme tipo de uso ou até mesmo uma classificação em : flexíveis, semi-rígidos e reforçados.

Flexíveis

Consiste na lamina originária da calandra ou extrusora, possuíndo uma superfície gravada e a outra lisa, por ex : para se obter um material gravado como a “camurça” ( que lembra um tecido camurçado ) emprega-se um cilindro gravado com esta gravação. Para se fazer um material “cristal” ( transparente como o vidro igual a foto acima ) emprega-se um cilindro espelhado que dará este resultado.

Estes filmes podem ser feitos para uso final, ou como base para outros produtos, tais como : estampados, reforçados e outros.

Quando se destinam ao produto final já são feitos na côr e espessura necessárias.

Para vinil adesivo já se encontram prontos para serem impregnados com uma cola vínilica, que irá aderir a vários tipos de superfícies, amplamente utilizados na comunicação visual em out-doors, banners e outros subestratos.

Semi-Rígidos

Por possuír uma maior 'dureza' que os flexíveis são empregados em usos onde se precisa mais rigidez no produto final confeccionado com este PVC.

Em embalagens que precisam ser maleáveis e ao mesmo tempo “encorpadas” são amplamente empregados, por exemplo : embalagem de cobertores e outros confeccionados de grande volume ou peso.

Na confecção de brindes, pastas e artigos de papelaria, o semi-rígido é muito utilizado, pois também amolda o produto final.

Reforçados

Quando necessita-se aumentar a resistência do filme de PVC para determinados usos, acopla-se ao mesmo, em um dos lados ou no meio de dois filmes fazendo-se um “sanduiche”, uma trama que pode ser um tecido sintético ( nylon ) ou simplesmente um fôrro.

Desta forma o conjunto do filme, mais o tecido, garantem um ótimo produto para costuras como lonas, materiais para confecção de roupas, acessórios, e estofamento de móveis, a conhecida Napa e Courvin.

O filme com tecido acoplado no meio, as lonas em geral, são muito usadas em comunicação visual na confecção de out-doors e banners, podendo também ser empregados em toldos e coberturas pois são resistentes às intempéries.

Chapas e Bobinas

Calandradas - Extrusadas

Também são filmes de PVC mas apresentam-se em bobinas e chapas planas. Têm uma resistência mecânica superior ao filme flexível e uma maior dureza.

No caso de bobinas, em geral transparentes (cristais), são fabricadas em qualquer largura pois destinam-se para o processo de vacuum-forming e blisters, mas comercialmente encontra-se nas larg. de 400 mm, 550 mm e 650 mm.

As chapas possuem dois tamanhos, sendo o pequeno igual a 62 por 122 cms, e as grandes 122 por 225 cms, que são medidas padronizadas de mercado.

Em ambos os casos variam sua espessura em função do seu emprego, indo de 0,15 mm até 5.000 mm ou superior.

Tubos e Perfis

Empregados largamente na Construção Civil apresentam-se em vários diamêtros e espessuras, principalmente na execução de instalações hidraúlicas e elétricas das construções.

Os perfis podem ser feitos em qualquer formato em função do seu emprego.

Peças Técnicas

Extrusão, Injeção e Sopro

Desde uma minúscula peça em um equipamento de saúde até grandes recepientes como um tanque de combustível de um automóvel, encontramos o PVC empregado através dos processos de transformação descritos acima. Como já dissemos suas propriedades permitem que se façam vários produtos e, de uma maneira genérica, podemos dizer que se apresentam como “Peças Técnicas”.

Usos e aplicações

Por ser muito versátil o PVC pode ser empregado em uma gama muito grande de produtos e, com certeza, neste momento, você terá bem próximo de suas mãos algum objeto feito em parte, ou em todo de PVC.

Não é nossa intensão enumerar todos os usos do PVC, nem fornecermos todas as características técnicas de cada uso, mas sim ressaltar os principais deles e aumentar o seu conhecimento sobre os produtos que podem ser feitos com ele.

Construção Civil

No Brasil é amplamente utilizado em confecções de tubulação hidraúlica e elétrica, além de vários componentes elétricos e esquadrias. Na Europa e USA faz parte de construções residenciais e comerciais, empregado em módulos de esquadrias, grades, murais além das mesmas empregadas aqui.

Cada vez mais vem substituíndo com rapidez e facilidade de instalação sistemas convencionais de alvenaria e cimento, resultando mais em conta em função do aumento do custo da mão-de-obra das formas tradicionais.

Automovéis

Empregado em vários acabamentos internos, desde a confecções de painéis, revestimento de laterais e teto, e perfis de encaixes. Emprega-se também nas peças e cabos elétricos.

Embalagens

O PVC rígido moldado pelo processo de “vaccum forming” confere excelente uso para embalagens de alimentos por ser totalmente transparente, permitindo a visualização total do produto.Também é muito utilizado na embalagem de remédios, “blisters”, onde têm a principal função de uma embalagem, que é mostrar o produto final, além de conferir uma proteção mecânica contra elementos nocivos aos remédios tais como umidade e gases.

Na forma de filmes flexíveis o PVC também é muito empregado, pois é totalmente inerte podendo ficar em contato com alimentos e outros produtos, como a película estícavel que encontramos em supermercados para acondicionar produtos.

Móveis e confeccionados

Os laminados reforçados de PVC encontram-se em diversos tipos de móveis, principalmente em estofados, porque possuem resistência graças a trama do tecido acoplado a ele, e um belo acabamento com diversos tipos de gravações, cores e estapagem.

Nos confeccionados encontramos um laminado reforçado de PVC que possuí um toque muito macio, lembrando muito o couro natural, e por este motivo denominado de “couro sintético”.

Além destes , o laminado simples de PVC é empregado na confecção de vários tipos de roupas especiais tais como: aventais, capas de chuva, calça plástica infantil e hospitalar, sendo feitas em um laminado com extrema maciez e um toque muito suave, especialmente fabricado para esta finalidade.

Diversos

Encontramos ainda vários setores onde o PVC é empregado:

Agricultura: confecção de canais de irrigação, mangueiras, armazéns de estocagem...

Brinquedos: bolas, carrinhos, bonecas de vários tipos, todos injetados. Os laminados em geral são empregados em infláveis e detalhes de acabamento e acessórios.

Papelaria: capas de pastas e livros, réguas de precisão, agendas, calendários, envelopes plásticos...

Decoração: estofados de uso em piscina e praia, cadeiras, mesas, guarda-sol e almofadas.

Diversos

Queremos completar nossa abordagem mostrando algumas técnicas que são utilizadas tendo o PVC como base para as mesmas, e que muitas vezes complementam o produto final feito com ele.

Vacuum Forming

Largamente utilizado na confecção de embalagens e peças técnicas. O vacuum forming consiste em “aspirar” uma lâmina de termoplástico , aquecida até um estado maleável, para dentro de um molde através do vácuo formado dentro do molde do produto que se deseja fabricar.

Primeiramente é feito uma fôrma modelo, do produto que será moldado, com o uso de um produto que resista a temperatura do processo, utilizando-se em muitos casos o epóxy para este fim.

Furos são feitos na forma modelo, além dos que já existem máquina de vacuum forming, e fixa-se na estrutura da mesma, ficando pronto para receber o termoplástico.

O termoplástico sofre um aquecimento adequado ao tipo do produto que se vai fabricar, em função da espessura do plástico e do tamanho da peça, e é colocado na cavidade para ser moldado. Quando o vácuo é aplicado no conjunto o plástico é “puxado” para dentro do molde, aderindo a todas as partes do mesmo.

Após o resfriamento a peça é retirada e cortada, tomando a forma definitiva do molde, ou seja, do produto final.

Na indústria farmacêutica utiliza-se uma técnica semelhante para fabricação de embalagem de remédios, só que em vez de vácuo, usa-se um jato de ar que empurra o plástico para dentro do molde, conhecido como “blister”.

O vacuum forming é amplamente utilizado para confecção de várias peças plásticas além de embalagens a gaveta de verduras de sua geladeira certamente foi produzida através desta técnica.

Solda Eletrônica

A “solda dielétrica” é a melhor maneira de emendar ou confeccionar produtos plásticos que possuam moléculas polares, como o PVC, náilon e outros.

O príncipio físico chamado “perdas dielétricas”, pelo qual um isolante ( plástico ) dissipa energia quando é submetido a ação de um campo elétrico alternado, é empregado na máquina de solda também chamada de alta frequência ou rádio frequência.

A energia dissipada neste processo esquenta o plástico até a sua fusão, e com a pressão que a máquina exerce sobre o eletrodo e o plástico ocorre a solda do mesmo.

Pode-se criar diferentes tipos de eletrodos com as mais variadas formas, permitindo-se além de soldar lâminas plásticas , executar o corte e o acabamento do produto final.

O processo de solda eletrônica é utilizado na confecção de peças que vão desde pequenas agendas de telefone até grandes lonas para coberturas.

Silk-Screen - Serigrafia

Técnica conhecida desde o século VIII na China , foi amplamente utilizada no pós guerra por vários artistas, pois permite fácilmente transpor fotografias e ilustrações.

Sua aplicação comercial consiste na gravação de imagens e desenhos em vários tipos de materiais tais como : tecidos, plásticos papel , etc ...

Através de uma tela de nylon, em alguns casos usa-se a tela de sêda, deixa-se livre a parte que se deseja imprimir obturando-se ( bloqueando ) o resto da mesma, sendo esta etapa preparada por um processo fotográfico.

A tela pronta é fixada em um quadro rígido e colocada sobre a superfície do material a ser impresso, e com um “rodo”ou “puxador” espalha-se a tinta que passa através da trama da tela, imprimindo no material a figura desejada.

Para cada cor utilizada na figura a ser impressa repete-se esta passagem até que a mesma fique completa.

A tinta deve ser específica em função do material a ser impresso, no caso do PVC utiliza-se a tinta vínilica.

Rotogravura

Técnica descoberta em 1852 por William H. F. Talbot. Talbot entalhou a figura de uma folha de árvore numa chapa de aço utilizando um pedaço de pano preto entre a folha e uma camada fotossensível. Nesta experiência ele percebeu que se formaram alvéolos ( covas ) de diferentes profundidades correspondente a trama do tecido.

Anos mais tarde o tecido foi substítuido por duas folhas de vidro com linhas paralelas e colocadas perpendicularmente, imitando a trama do tecido. Esta técnica de impressão por entalho foi chamada de rotogravura.

Desta forma consegue-se criar cilindros revestidos com chapas de aço, que são estampados com as figuras desejadas sempre como um “positivo” de um filme do que se vai imprimir.

Estes cilindros são colocados em máquinas rotativas e ficam semi-mergulhados num cocho com tinta de secagem rápida, tendo logo após uma lâmina que retira o excesso de tinta, de tal forma que quando o laminado plástico é pressionado contra o cilindro apenas a tinta que está dentro dos alvéolos ( covas do desenho a ser impresso ) penetra no plástico, fazendo a gravação da imagem no mesmo.

Como podemos ter alvéolos de diferentes profundidades que seguram quantidades diferentes de tinta, podemos ter uma variação de tons muito grande, permitindo imprimir fotografias e figuras perfeitamente.

A maioria dos plásticos estampados são feitos por este processo, imprimindo-se sobrê um laminado liso qualquer tipo de figura.

Fonte: www.plasticoscarone.com.br

PET

Reciclagem do PET

O grande problema da reciclagem do PET ainda reside na coleta incipiente do material, segundo a ABEPET - Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagem de PET, que congrega também os recicladores, a reciclagem tem alcançado índices muito satisfatórios dada as dificuldades apresentadas.

De acordo com informações divulgadas pela ABEPET o Brasil reciclou em 1999 50 mil toneladas de PET contra as 40 mil de 1998.

Porem ainda estamos longe de resolver o problema do descarte adequado deste material.

A associação através de uma serie de iniciativas busca insistentemente equacionar este problema, ajudando a promover a coleta e desenvolver projetos que beneficiem a reciclagem do PET.

Apresentamos a seguir uma linha básica de reciclagem de PET, bem como a descrição do processo; e o esquema apresentado serve como modelo nas principais recicladoras espalhadas pelo pais. É certo que alguns fogem deste Layout e acabaram adequando os seus processos em função da qualidade do material recebido.

Ao material obtido após este processo damos o nome de flake, são pequenos flocos de PET que posteriormente serão reutilizados na cadeia de transformação.

O investimento inicial ainda é considerado alto, haja vista o alto grau exigido nos processos que sucedem esta etapa.

Especialistas na área afirmam que o custo de montagem deste processo, incluindo a infra estrutura adequada, tais como galpão, área de estoque, equipamentos auxiliares, veículos, capital de giro, etc; esteja por volta de U$ 300.000,00.

Mesmo com um custo inicial elevado; pelos levantamentos e estudos apresentados, o negócio se apresenta como uma grande oportunidade.

Linha de Lavagem e Descontaminação do PET

Os fardos de garrafa entram na plataforma onde serão desfeitos. Após este procedimento as garrafas são colocadas na esteira de alimentação da peneira rotativa. Na peneira é feita a primeira etapa de lavagem das garrafas.

São retirados os contaminantes maiores (pedras, tampas soltas, etc.). As garrafas passam então para a esteira de seleção. Na esteira de seleção é monitorada a presença de outros materiais (ex.: PVC, PP, PE ), inclusive os metais que são acusados pelo detector de metais ferrosos. As garrafas caem na esteira de alimentação do primeiro moinho onde sofrem a primeira moagem, esta feita a úmido (adição de água).

O material moído é retirado através de um rosca duplo envelope, onde parte da água suja é separada do processo. Passa pelos tanques de descontaminação, onde além de ser feita a separação dos rótulos e tampas poderá ser feita a adição de produtos químicos para beneficiamento do processo. Após os tanques o material é introduzido em outro moinho até obter a granulometria adequada, O material é transportado pneumaticamente até lavador, onde com adição de água é feito o enxágüe, saindo diretamente para o secador.

O material é retirado do secador por um transporte pneumático indo para o silo, passa por um detector de metais não ferrosos(ideal), de onde é retirado e colocado em big-bag's (sacolas de aproximadamente 1m3) estando pronto para ser enviado à industria de transformação.

Capacidade: A capacidade das linhas de lavagem de PET, podem variar de 100 a 1500 kg/h.

Consumo de Água: Consumo médio de água = ~ 4m3/h.

Consumo de Energia: O consumo médio de energia =~ 120 KW.

Área do Galpão: Área para instalação da linha.

Um galpão com uma área de 1000m2

Área mínima de estoque 1000m2

Fonte: www.reciclaveis.com.br

Reciclagem do PET

PET

Poli (Tereftalato de Etileno), é um poliéster, polímero termoplástico ou plástico, desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, formando um poliéster, utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.

Possui propriedades termoplástica, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.

As garrafas produzidas com este polímero só começaram a ser fabricadas na década de 70, após cuidadosa revisão dos aspectos de segurança e meio ambiente.

No começo dos anos 80, os Estados Unidos e o Canadá iniciaram a coleta dessas garrafas, reciclando-as inicialmente para fazer enchimento de almofadas. Com a melhoria da qualidade do PET reciclado, surgiram aplicações importantes, como tecidos , lâminas e garrafas para produtos não alimentícios.

Mais tarde na década de 90, o governo americano autorizou o uso destes material reciclado em embalagens de alimentos.

Reciclagem

Contaminantes

Os principais contaminantes do PET reciclado de garrafas de refrigerantes são os adesivos (polietireno e a cola usada em sua base) usados como rótulo e ("base cup") - A famosa base de alguns refrigerantes (Polipropileno). A maioria dos processos de lavagens não impede que traços destes produtos indesejáveis permaneçam no floco de PET.

A cola age como catalisador de degradação hidrolítica quando o material é submetido à alta temperatura no processo de extrusão, além de escurecer e endurecer o reciclado. O mesmo pode ocorrer com o cloreto de polivinila (PVC), que compõe outros tipos de garrafas e não pode misturar-se com a sucata de PET, pois o PVC reage com o PET, transformando-o em outra substância.

O alumínio existente em algumas tampas só é tolerado com teor de até 50 partes por milhão no reciclado.

Selecção

A selecção e pré-processamento da sucata é muito importante para a garantia de qualidade do reciclado. A selecção pode ser feita pelo símbolo que identifica o material ou pela cor (cristal, âmbar, ou verde). A separação pode seguir processos manuais ou mecânicos, como sensores ópticos.

No pré-processamento, após a prensagem, é preciso retirar os contaminantes, separando-os por diferença de densidade em fluxo de água ou ar. Além do rótulo (polietileno de alta densidade), devem ser retirados da sucata os resíduos de refrigerantes e demais detritos, por meio de processos de lavagem.

Vantagens da Reciclagem

Redução do volume de lixo nos aterros sanitários e melhoria nos processos de decomposição de matérias orgânicas nos mesmos. O PET acaba por prejudicar a decomposição pois impermeabiliza certas camadas de lixo, não deixando circularem gases e líquidos.

Economia de petróleo pois o plástico é um derivado;

Economia de energia na produção de novo plástico;

Geração de renda e empregos;

Redução dos preços para produtos que têm como base materiais reciclados;

No caso do PET de 2 litros, a relação entre o peso da garrafa (cerca de 54g) e o conteúdo é uma das mais favoráveis entre os descartáveis - Por esse motivo torna-se rentável sua reciclagem;

O material não pode ser transformado em adubo. plástico e derivados não pode ser usado como adubo, não há bactéria na natureza, capaz de degrdar rápidamente o plástico;

É altamente combustível, com valor de cerca de 20.000 BTUs/quilo, e libera gases residuais como monóxido e dióxido de carbono, acetaldeído, benzoato de vinila e ácido benzóico, esses gases podem ser usados na indústria química;

É muito difícil a sua degradação em aterros sanitários.

Fonte: pt.wikipedia.org

Reciclagem do PET

Como acontece a reciclagem do PET

O PET pode ser reciclado de três maneiras diferentes:

1 - Reciclagem química

Utilizada também para outros plásticos, separa os componentes do PET, fornecendo matéria-prima para solventes e resinas, entre outros produtos.

2 - Reciclagem energética

O calor gerado com a queima do produto pode ser aproveitado na geração de energia elétrica (usinas termelétricas), alimentação de caldeiras e altos-fornos. O PET tem alto poder calorífico e não exala substâncias tóxicas quando queimado. Outros materiais combustíveis também podem ser utilizados.

3 - Reciclagem mecânica

Praticamente todo o PET reciclado no Brasil passa pelo processo mecânico, que pode ser dividido em:

RECUPERAÇÃO

Nesta fase, as embalagens que seriam atiradas no lixo comum ganham o status de matéria-prima, o que de fato, são. As embalagens recuperadas serão separadas por cor e prensadas. A separação por cor é necessária para que os produtos que resultarão do processo tenham uniformidade de cor, facilitando assim, sua aplicação no mercado. A prensagem, por outro lado, é importante para que o transporte das embalagens seja viabilizado. Como já sabemos, o PET é muito leve.

REVALORIZAÇÃO

As garrafas são moídas, ganhando valor no mercado. O produto que resulta desta fase é o floco da garrafa. Pode ser produzido de maneiras diferentes e, os flocos mais refinados, podem ser utilizados diretamente como matéria-prima para a fabricação dos diversos produtos que o PET reciclado dá origem na etapa de transformação. No entanto, há possibilidade de valorizar ainda mais o produto, produzindo os grãos de PET reciclado. Desta forma o produto fica muito mais condensado, otimizando o transporte e o desempenho na transformação.

TRANSFORMAÇÃO

Fase em que os flocos, ou o granulado, será transformado num novo produto, fechando o ciclo. Os transformadores utilizam PET reciclado para fabricação de diversos produtos, inclusive novas garrafas para produtos não alimentícios. Veja no quadro abaixo a distribuição dos mercados para o PET reciclado.

A realidade da reciclagem

O índice de reciclagem pode ser muito melhorado e, para isso, todos devem contribuir: A federação, estados e municípios devem legislar em favor da reciclagem.

Hoje, 30% dos mais de 5 mil municípios brasileiros não contam com nenhum tipo de coleta e apenas cerca de 200 possuem um sistema de coleta seletiva.

Esse sistema proporciona material mais limpo, livre de contaminações, consequentemente, a sucata assim coletada tem maior valor.

Outro benefício é trazer os trabalhadores dos lixões para cooperativas organizadas.

As indústrias devem investir em informação e tecnologia. Levar ao grande público o conhecimento sobre a reciclabilidade dos materiais, instruindo sobre como proceder para o correto descarte das embalagens.

Desenvolver as tecnologias que permitam materiais mais fáceis de reciclar, inofensivos e inertes para proteção do meio ambiente e desenvolver os mercados para os produtos reciclados. A população deve descartar corretamente seus materiais recicláveis, depositando as embalagens usadas em contêineres adequados ou doá-las para catadores e/ou entidades que as aceitem em doação.

O cidadão comum tem o dever de começar, em sua casa, o trabalho de separar o lixo dos materiais recicláveis.

Isso porque cada um de nós tem o trabalho de ir aos mercados para adquirir estes produtos. Cabe a nós, portanto, o primeiro passo para fazer com que os materiais sigam seu caminho de retorno para a indústria recicladora.

ANO
RECICLAGEM pós-consumo/índice
1994 13 ktons= 18,8%
1995 18 ktons= 25,4%
1996 22 ktons= 21,0%
1997 30 ktons= 16,2%
1998 40 ktons= 17,9%
1999 50 ktons= 20,42%
2000 67 ktons= 26,27%
2001 89 Ktons = 32,9%
2002 105 ktons = 35%
2003 141.5 ktons = 43%
2004 173 ktons = 48%

A importância da reciclagem

Desde que o conceito de reciclagem surgiu, décadas atrás, a preservação do meio ambiente é seu principal mote. Entretanto, o progresso das técnicas viabilizou muitas atividades industriais, tornando a reciclagem também uma alternativa de investimento e geração de trabalho e renda.Temos no Brasil um serviço social prestado pela reciclagem.

A palestra

Normatizado pela ABNT, o triângulo da reciclagem é fundamental na hora de separar os vários tipos de plásticos para a viabilização econômica e industrial da reciclagem.

Cada tipo de plástico recebeu uma numeração específica e todas as embalagens plásticas devem ter o respectivo triângulo com a identificação. As embalagens de PET são identificadas através do número 1. Na maioria das embalagens, o triângulo é aplicado em alto relevo na parte de baixo da mesma.

Para saber mais sobre os processos de coleta, reciclagem e aplicações para os produtos reciclados de PET.

Reciclagem do PET no Brasil

A introdução da embalagem de PET (polietileno tereftalato) no Brasil, em 1988, além de trazer as indiscutíveis vantagens ao consumidor, trouxe também o desafio de sua reciclagem, que nos fez despertar para a questão do tratamento das 200 mil toneladas de lixo descartadas diariamente em todo Brasil.

O polímero de PET é um poliéster, um dos plásticos mais reciclados em todo o mundo devido a sua extensa gama de aplicações: fibras têxteis, tapetes, carpetes, não-tecidos, embalagens, filmes, fitas, cordas, compostos, etc.

A embalagem de PET quando reciclada tem inúmeras vantagens sobre outras embalagens do ponto vista da energia consumida, consumo de água, impacto ambiental, benefícios sociais, entre outros.

A reciclagem de qualquer material pode ser dividida em:

  • Coleta
  • Seleção
  • Revalorização
  • Transformação

A etapa de transformação utiliza o material revalorizado e o transforma em outro produto vendável, o produto reciclado. A etapa de revalorização realiza a descontaminação e adequação do material coletado e selecionado para que possa ser utilizado como matéria prima na indústria de transformação.

A etapa de Coleta/Seleção é que representa o grande desafio da reciclagem do PET pós-consumo. Milhões de dólares são gastos em logística, distribuição e marketing para que no final das contas, nós consumidores compremos produtos embalados em PET e levemos até nossas casas.

Nós fazemos a última etapa da distribuição levando-os dos supermercados e lojas até nossas casas. Somente nas regiões metropolitanas do Brasil são 15 milhões de domicílios, 50 milhões de pessoas e 6 bilhões de embalagens de PET todo ano. O correto equacionamento da logística reversa das embalagens pós-consumo é que vai viabilizar a reciclagem de diversos materiais inclusive o PET.

A logística reversa é o processo pelo qual o material reciclável será coletado, selecionado e entregue na indústria de revalorização. Isto gera um grande empasse, de quem é que paga a conta da logística reversa, não é a indústria de embalagens, nem a indústria dos produtos embalados e nem a prefeitura. Somos nós, eu, você e toda a sociedade seja como contribuinte ou seja como consumidor. Hoje pagamos uma conta maior por não termos uma logística reversa adequada, como é provado nos países como EUA, Austrália, Japão e toda Europa.

Conforme estudos realizados na USP o Brasil deixa de economizar 6 Bilhões de dólares/ano por não reciclar os materiais presentes nas 200 mil toneladas de lixo gerados todos os dias. Ainda não estão contabilizados os custos de danos ambientais e sociais. Urgente é a elaboração de uma política nacional de resíduos sólidos, as ações estaduais e municipais para viabilização da logística reversa e o fortalecimento da indústria de reciclagem no Brasil.

As embalagens de garrafas plásticas para bebidas (PET) são ideais para o acondicionamento de alimentos, devido às suas propriedades de barreiras que impossibilitam a troca de gases e absorção de odores externos, mantendo as características originais dos produtos envasados. Além disto, são leves, versáteis e 100% recicláveis.

PET - Desenvolvido pelos químicos ingleses Whinfield e Dickson em 1941, o PET (polietileno tereftalato) é um material termoplástico. Isto significa que ele pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.

O PET possui algumas características, como:

  • absoluta transparência
  • grande resistência a impactos
  • aior leveza em relação às embalagens tradicionais
  • brilho intenso

Não é PET todos os plásticos que tenham sido fabricados através de outro processo que não o de sopro. Os mais comuns são: baldes, bacias, copos, cabides, réguas, apontadores, pentes, mangueiras, sacos, sacolas, potes de margarina, filmes de PVC, entre outros.

A embalagem PET é 100% reciclável. A embalagem entregue para a recilcagem deverá estar amassada, torcida, sem o ar e sem resíduos em seu interior. No caso de garrafas, colocar de volta a tampa de rosca bem vedada, para impedir a entrada do ar. Se a tampa não for de rosca, basta torcer ou amassar bem a embalagem. Este procedimento é necessário, pois ainda não existe amassador desenvolvido para compactar embalagens PET.

O processos de reciclagem do PET no Brasil é o mecânico, é o mais utilizado e o mais comum. O processo de reciclagem mecânica de embalagens plásticas para bebidas (PET) requer, em média, apenas 30% da energia necessária para a produção de matéria-prima.

A reciclagem do PET tem muitos benefícios, como:

  • redução do volume de lixo coletado, que é removido para aterros sanitários, proporcionando melhorias sensíveis no processo de decomposição da matéria orgânica (o plástico impermeabiliza as camadas em decomposição, prejudicando a circulação de gases e líquidos);
  • economia de energia elétrica e petróleo, pois a maioria dos plásticos é derivada do petróleo, e um quilo de plástico equivale a um litro de petróleo em energia;
  • geração de empregos (catadores, sucateiros, operários, etc.)
  • menor preço para o consumidor dos artefatos produzidos com plástico reciclado aproximadamente 30% mais baratos do que os mesmos produtos fabricados com matéria-prima virgem.

Diversos produtos podem ser produzidos a partir da reciclagem do PET, como:

Indústria automotiva e de transportes - tecidos internos (estofamentos), carpetes, peças de barco;

Pisos- carpetes, capachos para áreas de serviços e banheiros;

Artigos para residências -enchimento para sofás e cadeiras, travesseitros, cobertores, tapetes, cortinas, lonas para toldos e barracas;

Artigos industriais - rolos para pintura, cordas, filtros, ferramentas de mão, mantas de impermeabilização;

Embalagens - garrafas, embalagens, bandejas, fitas;

Enfeites-têxteis - roupas esportivas, calçados, malas, mochilas, vestuário em geral;

Uso químico - resinas alquídicas, adesivos.

Produção, Consumo e Reciclagem de PET no Brasil

Ano
Produção
Consumo
Reciclagem
%Reciclado Produção
%Reciclado Consumo
1997 170 mil 180 mil 27 mil 15,9 15
1998 260 mil 224 mil 40 mil 15,38 17,9
1999 295 mil 245 mil 50 mil 16,9 20,4
2000 340 mil 272 mil 67 mil 19,71 24,6

Curiosidades

68% de todo refrigerante produzido no país é embalado em garrafas PET.

1 kg de garrafas PET equivale : 16 garrafas de 2.5 litros ou 20 garrafas de 2.0 litros ou 24 garrafas de 1.5 litros ou 26 garrafas de 1.0 litro ou 36 garrafas de 600 ml. (Fonte: TOMRA/LATASA - Reciclagem S.A. )

A embalagem monocamada de PET, já utilizada por países como EUA e França, é aquela que permite que o PET reciclado entre em contato direto com alimentos e bebidas.

Essa tecnologia é conhecida pela sigla URRC e é capaz de discontaminar PET pós consumo através de um sistema de superlavagem que assegura ao reciclado o mesmo nível de limpeza da matéria prima vrigem. No Brasil, ainda não há previsão para a fabricação desse tipo de embalagem multicamada de PET, ou seja, aquela que se assemelha a um “saunduiche”composto” de 3 camadas, sendo 2 de plástico reciclado, que nunca entra em contato com o alimento ou outro produto que emabala.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br